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Partido Capitalista Brasileiro

O Partido Capitalista Brasileiro PCBr é a proposta de formação de uma estrutura social de natureza política, aglutinadora das pessoas que acreditam no Capitalismo como força promotora do desenvolvimento, com foco nalo firtalecimento do consumo e na transferência parcial, contínua e permanente dos ganhos de capital com os trabalhadores. São os trabalhadores que, com a renda proviniente do seu trabalho, sustentam o regime capitalista de produção. Disso resulta evidenciado que o Sistema Capitalista tem duas vertentes intimamente interligadas e indissociáveis: a produção e o consumo. Partimos do princípio de que a liberdade do uso privado da Natureza não anula a propriedade de todo e qualquer ser vivente sobre esta mesma Natureza. Ao nascermos já somos, por Direito Natural, co-proprietários do Universo que nos rodeia. A ninguém é permitido tirar-nos esse Direito. No entanto, para fins de desenvolvimento do processo civilizatório da sociedade, admitimos o uso privado da propriedade coletiva...

Icms

Em maio de 2007 encaminhei ao então Secretário da Fazenda Estadual, um breve relatório sobre o conteúdo de duas reuniões do Programa que o Fórum Fiscal dos Estados Brasileiros (FFEB) desenvolvia com a Fundação Getúlio Vargas (FGV) para análise das principais questões concernentes ao equilíbrio das relações federativas e ao redesenho do federalismo fiscal brasileiro, questões que estavam sendo estudadas e debatidas no âmbito do citado Programa e publicados como Cadernos: “Equalização Fiscal”, “Competição Fiscal”, “Harmonização Fiscal”, “Integração Regional” e “Cooperação Intergovernamental”, trazendo o que, então,  havia de mais novo sendo gerado no entorno do âmbito acadêmico (FGV), em matéria de tributação do consumo. Até então o Fórum concentrara na análise de alternativas de tributação dos bens e serviços, e partilha de receitas e transferências intergovernamentais. Daí para a frente, propunha-se desenvolver alternativas para superação das desigualdades regionais e estaduais, as...

Querido Vidário

Querido vidário... Pensei em escrever um diário, como os normais o fazem. Mas não sou normal. Pensando bem, anormal seria escrever um diário. Afinal o Google, o Facebook e, portanto, o resto do meu pequeno mundo já sabem mais ou menos o que fiz e disse ontem, "trasantonte" e o que farei, pensarei e direi hoje e amanhã e depois, depois, depois... Aliás, boa parte do que verei, ouvirei, e direi será decidido pelos seus algoritmos, tiranetes de que não posso, não consigo me livrar. Desde a metade da semana finda estou no estaleiro, perna direita engessada, e assim estaremos indissoluvelmente juntos por mais 4 e meia semanas de dissabor. Devagarinho vou descobrindo que a vida seria bem melhor do que é se me desse certos pequenos confortos. onde foram parar aquelas poltronas acolhedoras, em que nos sentíamos abraçados,  acolhidos, aconchegados, como um colo de avó na hora do dengo? Já se vão meses, anos até, que me prometo aquela cama com estrado articulado. Por quê não comprei? V...

Meu Diploma sumiu!

Estudei Administração de Empresas na EAEB, bom um prédio simples de paredes pintadas, sem reboco, com dutos de energia a elas sobrepostos, onde se cuidava de preparar pessoas para vencer a burocracia paralisante das empresas e das instituições, públicas e privadas. Solicitei cópia de meu diploma e fui informado pela atendente que meus dados não estão no sistema, que tenho que solicitar pelo portal e aguardar 30 dias para encontrarem os dados e os colocar no tal sistema. Ponderei de que no verso da cópia velhinha que apresentei consta que o meu diploma que foi registrado na própria EAEB sob n⁰ 0406, à página 21 do livro n⁰ 01 em 08 de julho de 1983 e que antes fora registrado sob o n⁰ 395, pela Reitoria da UFBa 16 de junho de 1983 às fls 198 do livro de registro n⁰ 39-A. Não adiantou. A burocracia venceu a outrora eficiente Escola de Administração de Empresas da Bahia, então carinhosamente chamada de TRABUCO,  em homenagem a um de seus fundadores.

Ser rico é ser abençoado

A Bíblia Sagrada nos mostra que os abençoados eram capitalistas, senhores de muitas terras, muitos animais. Jó, Isaque, Jacó, Labão, todo mundo era capitalista. O velho testamento está recheado disso. Mas enganadores inventam mentiras para dominar as massas que exploram. Jesus era amigo dos ricos, dos que produziam. Alertava que se os ricos se apegassem aos bens materiais teriam dificuldade para ir ao céu. Poderiam ir, mas entrariam com dificuldade. Aliás, quando Jesus nasceu, José, seu pai, homem de oficio prestigiado na Judéia,  estava prestando serviços no "Exterior" e precisou viajar de volta para recencear-se. Ficou hospedado no cômodo mais amplo da casa, na frente, onde se guardavam os animais contra ladrões e salteadores, a estrebaria, porque a cidade, minúscula, estava cheia e já não havia pousadas. Não significa que não pudessem pagar. Como profissional sério e habilitado em um ofício dos mais nobres, fazer mobiliário, estruturas de madeira, por certo cuidava de adqu...

Pasteurização socialista

O ser humano não é igual. A pasteurização socialista é antinatural. Não vejo justiça em tirar a vaga da Universidade de um jovem porque não nasceu negro. A cada um conforme seu mérito! O cara se lasca de estudar e na hora tem alguém menos preparado na frente. A Direita não é um "pensamento de conservação" das diferenças sociais. Tais diferenças são consequência. O lucro não é "deus". O lucro resulta da agregação de valor. Se alguém agrega valor a alguma coisa deve ter direito aos frutos ou participar dos frutos da agregação de valor (lucro). Se duas pessoas fazem o mesmo trabalho e um obtém melhores resultados, não é justo que divida o que produziu a mais com o que produziu a menos. Isso é premiar o menos capaz, o menos competente, o menos esforçado. É estimular a preguiça. É desestimular o crescimento.

A reconstrução da cidadania

 Nos anos cinquenta do século passado era comum nas cozinhas ver senhoras comerem, com a mão, bolinhos de feijão com carne e farinha de mandioca. Minha mãe fazia isso e eu o faço até hoje. Creio que o hábito vem das senzalas, onde não entravam os finos talheres importados da Inglaterra. Outra fonte provável do costume decorre de que muitos escravizados eram de origem muçulmana, habituados a partilharem o pão e outros alimentos com as mãos. Jesus partiu o pão com as mãos e, penso, com as mãos comia peixe. A presença de pias nas cozinhas não  serviriam para a limpeza das mãos? Há uns 15 anos ouvi um palestrante especializado em comunicação afirmar que o objetivo de partilhar o pão é estabelecer comunhão. Lembrava ele, então, que quando os homens desejam uma mulher a convidam para jantar...