De volta para o passado.
Seremos substituídos pelos robots, pela automatização?
Tenho pensado sobre isso há alguns anos. Mas, penso, é uma questão de ressignificação de certas práticas.
Imagine que surgisse uma geração espontânea em um planeta como a Terra. A quem pertenceria a riqueza? Aos mais belos? Aos mais fortes? Ou igualmente a todos?
Se pertencesse igualmente a todos, todos exploraram as riquezas na medida de suas necessidades? Não creio. Os mais fortes subjugariam os mais fracos. Foi o que aconteceu no nosso planeta. Primeiro pela escravidão sem salário, sem liberdade. Hoje, somos todos escravos com salário. Trabalhamos 30, 50, 70 anos para manter os ricos e depois morremos.
Penso que doravante vamos repensar o modelo consumista e vamos ressignificar algumas práticas. A caça, a pesca, o estudo da alma, os esportes, as artes, os cuidados de uns com os outros.
A questão será como deixarmos de nos submeter. Como convencer o forte a não submeter o fraco. Como prestigiar sua força e poder aplicada a outros objetos, como as viagens e descobertas nos mares interplanetários e intergaláticos.
Que os robots trabalhem por nós.
É por aí.
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