Globalização. É preciso recuar

Caro mestre... 
Espero que nós, ainda humanos, evoluamos para as inequações. Para as desigualdades. A igualdade não enriquece. É equilíbrio. 
A desigualdade revela o que tem mais e o que tem menos. 
E compreendamos que a redução contínua da desigualdade é um caminho a partir do qual se pode aspirar igualdades.
Neste momento em que a China avança velozmente para uma globalização ao estilo chinês, que exige submissão e conformidade de cada indivíduo ao partido único ditatorial, penso, com otimismo, que chegamos ao limite da globalização. É hora de recuar, de resistir à globalização chinesa, e de reativar as culturas de cada nação. 
Seremos muito mais ricos quanto mais diferentes formos. Quero falar brasileirês e não mandarim. Quero ter livre pensar e o modelo chinês, que já avança sobre o Paquistão, a Índia, e sobre Argentina e Brasil.
Desejo que 1 bilhão de chineses possam se manifestar livremente. E que 215 milhões de brasileiros também o possam. E que nossas culturas diferentes sejam preservadas.

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