Percalços de viagem
Imagine, você está ansioso pra voltar pra casa, do outro lado do oceano, em outro hemisfério, em vôo direto, e de repente o governo fecha o aeroporto por muitos dias, sem garantias de quando vai reabrir!
Primeiro você sente uma frustração; depois vem o medo de não poder retornsr ao lar; em seguida a ansiedade. E, no meu caso, tudo isso no meio de uma depressaozinha crônica...
Então você lembra do samba "Levanta, sacode a poeira, dá a volta por cima!". Você se faz forte, levanta e vai à luta.
Pesquisa aqui e ali e tenta reservar a passagem em outra empresa, mas o cartão é recusado por uso além do limite. Troca o cartão, cruza os dedos e espera. Reserva confirmada, você dá um suspiro e abre um sorrisinho ainda meio desconfiado. Vai dar certo?
De repente, novo e-mail, avisando o cancelamento da reserva de bagagem de porão. Um susto!
Nova reserva de bagagem diretamente na empresa de vôo e dedos cruzados, pra não dar galho, é hora de marcar o exame PCR sem o que não se pode embarcar.
Depois da fila no hospital, dois cotonetes gigantes enfiados narinas abaixo. Dia seguinte, de posse do resultado exame, o passo seguinte é preencher a Declaração de Saúde do Viajante, em formulário confuso. E, mais um percalço, "fatal error!". Falta indicar o assento no vôo. Mas se tem escala, tem dois assentos... Advinhe, ora!
Volte ao site da empresa para ver e imprimir o ticket de viagem e outra mensagem diz ser impossível por faltar pagamento. Como? Depois de confirmada a reserva, valor pago e confirmado no banco, como uma maluquice dessas? Repetido o procedimento, o ticket sai bonitinho. Agora parece que vai!
Por fim impressas duas cópias da declaração de que não tem febre, tosse, dor de garganta etc, uma para o aeroporto de origem, outra para o de escala. Precisa? Quem sabe? Seguro morreu mais velho que eu!
Não seria o caso de trocar de transporte e fazer como Cabral, Colombo e tantos outros?
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