Keynes tinha razão.

Quando cada bebê nasce ele já é dono de uma pequena parcela do total das riquezas da Terra. Ninguém poderia apropiar-se da riqueza material do planeta, riqueza comum a todos os habitantes . A necessidade e a conveniência da exploração privada dos recursos não desnatura a propriedade como riqueza comum dos povos. Logo, essa exploração deve resultar em pagamento de rendas aos proprietários .
Entào, pela apropriação privada das terras, dos minérios, das florestas etc devem os proprietários originarios ser remunerados. Ou seja, cada ser humano tem direito a receber pelo uso privados dos recursos, todos os anos, o equivalente a uma taxa, que suponho pode ser equivalente a 10% do valor total dos ativos naturais explorados pelo capital ÷ quantidade de pessoas do planeta Terra. 
Admitindo-se que os recursos naturais valem 80 trilhões de euros, o conjunto dos habitantes da Terra têm direito a uma renda anual de 8 trilhões de euros pelo arrendamento desses recursos ao setor privado da economia, ou seja, ou seja, 1.000,00 euros por ano para cada um dos 8 bilhões de pessoas da Terra. Vale dizer:

 *X* trilhões de Euros
---------------------------------  *X*   10%
 *8* bilhões de pessoas

Como distribuir isso? Admitindo-se que nem todos desejarão receber imediatamente sua parcela, ou que aceitarão receber em serviços ou bens ou poupar seis rendimentos, o bolo da arrecadação poderá ser destinafa a um Fundo Monetário Público - FMP, com agências auditáveis em cada país, capaz de gerir a aplicação desses recursos na educação primária e saúde infantil (até 14 anos), preferencialmente em países pobres.
A aplicação de tais recursos formará, ao longo dos anos, mercados consumidores maiores e mais aptos para o consumo de bens comerciais,  industriais, serviços etc.
Em outras palavras, em substituição ao Socialismo, o Capitalismo deve promover e se beneficiar da redução da pobreza.

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