Imunidade tributária dos templos de qualquer culto.
Vi a notícia de que se está discutindo no Governo Federal a extensão da não tributação tradicional às atividades religiosas aos tributos indiretos e acabei de comprar um livro em que o Auditor Fiscal da Receita do Distrito Federal, sindicalista e pastor evangélico defende exatamente o contrário: A tributação das organizações religiosas no Brasil.
A idiotice tomou conta do mundo durante a última pandemia e as autoridades emburrecidas proibiram os templos de funcionarem. Aos poucos, à medida que a verdade começa a por a cabecinha de fora, vamos, estupefatos, nos dando conta de que o moreno diretor da OMS não tinha a menor autoridade para subjugar médicos do mundo inteiro.
Penso que o centro espírita, o terreiro, as capelas católicas as pequenas igrejas evangélicas é que mantém a população com esperança no meio do caos. Quem tem conseguido prestar o mínimo conforto psicológico e espiritual ao cidadão comum, no meio das ditaduras que vão, uma após outra, subjugando os povos de todas as terras, as nações de todos os países, são as instituições religiosas e, aqui e ali, algumas associações de ricos como os rotaries clube e outras entidades semelhantes.
As instituições religiosas são hoje as maiores armas da Nação contra o narcotráfico, o banditismo que tomou a todas as grandes cidades do brasileiras. O estado brasileiro já se rendeu, (se não cooptou) diante de quadrilhas estruturadas em todos os niveis: sistema bancário, sistema de saúde, transporte coletivo, nenhum ambiente de negócios ou serviços está livre das quadrilhas especializadas em cada negócio.
É claro que não se defende aqui a apropriação ilegítima de patrimônio das instituições, que representam grandes coletividade, por pastores, bispos etc. Sobre esses há de haver vigilância e tributação.
Mas as igrejas, os centros espíritas, os terreiros, tem o direito de serem desobrigadas de pagamento de impostos diretos, ou seja, sobre a renda e o patrimônio.
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