Paz na Palestina.
Ha uma parte da população que quer que Israel recue do seu propósito de extirpar o Hamas de Gaza. Em tese ela está certa. Mas quando analisamos a história...
1/4 da população de Israel é Árabe. Ao menos 74,2% da população de Israel e de judeus israelenses de diversas etnias; 20,9% são árabes de diferentes religiões que não sejam o judaísmo, 4,81% se definem como "outros", que incluem pessoas etnicamente judias mas que são consideradas "não judeus" por leis religiosas, cidadãos que não se identificam como judeus, cristãos não-árabes, muçulmanos não árabes e indivíduos que não se classificam por religião ou etnia. Por isso Israel tem interesse na paz com os árabes e para isso estava negociando com a Arábia Saudita e outros povos árabes uma solução de pacificação para o povo palestino, que já governa uma parte importante de Jerusalém - o Domo de Ouro. Mas interessava à Rússia desviar a atenção da guerra da Ucrânia e o forte apoio internacional. E só uma coisa muito grave, como assassinato em massa de família judias teria esse efeito. O Irâ, associado da Rússia, e que financia e domina o Hesbolah e o Hamas, usou o Hamas pra fazer o trabalho sujo. Criancas decapitadas, mulheres estupradas, tortura de crianças não pode ficar sem reação, sem punição.
Se o Hamas nao for extinto, não haverá paz, pois voltará a assassinar famílias judias. E o forríssimo Hesbolah, do Libano, que evitou se envolver nesse ataque terrorista, pode terminar sendo forçado a tentar destruir Israel.
O povo de Gaza aceitou ser governado por terroristas. Teve a chance de sair do local dos combates. Israel ainda está tentando tirá-los de lá para fazer o que tem de fazer. Ainda corre-se o risco de um artefato nuclear ser usado para matar os soldados que entrarem em Gaza. O tempo urge! E a esquerda esta forçando a ONU, submissa, a tomar partido contra Israel. Se o conflito nao for rapidamente resolvido, a guerra vai se alastrar por todos os países da região, pelo Irã, pela Coréia etc. A cirurgia por Israel pode evitar o câncer da guerra total.
É claro que todos queremos a paz. Mas o preço tem que ser pago. Agora!
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