A Fome e a Esquerda
A Esquerda diz combater a fome. Mas se o fizer morrerá de inanição. A pobreza é o alimento da esquerdização no Brasil. Mas pobre nao gosta de ser igualitariamente pobre. Como qualquer ser inteligente o pobre quer deixar de ser pobre. Quer ser diferente dos outros, quer acumular riqueza e sair da pobreza. Mas, como afirmado em público por um ex-presidiário famoso, quem sai da pobreza não vota na Esquerda. Claro! É pobre, mas não é burro!
O empobrecimento da população pela Esquerda parece ser sistemático, desejado, promovido, não para tornar todos iguais na abundância, mas para expropriar a riqueza dos que tiveram sucesso no trabalho ou como empreendedores. Como exemplo mais exemplar, na Rússia houve o Holodomor, que destruiu a economia agrária dos que não aceitaram a expropriação forçada de suas propriedades rurais.
Um modelo interessante de expropriação foi o de Cuba. "Cuba começou a expropriar terra e propriedade privada, sob os auspícios da Lei de Reforma Agrária de maio de 1959. Advogado cubano Mario Lazo escreve que as fazendas de todo o tamanho poderia ser e foram apreendidas pelo governo. Terras, empresas e empresas de propriedade da classe média e alta cubanos também foram nacionalizadas, incluindo as plantações, propriedade da família de Fidel Castro. Até o final de 1960, o governo revolucionário havia nacionalizado mais de 25 bilhões de dólares em propriedade privada em propriedades de cubanos. A reforma agrária se deu com a devida indenização das propriedades expropriadas e com os valores de venda das propriedades declaradas nos registros municipais antes de 10 de outubro de 1958." (Fonte Wikipédia).
No Brasil, durante todo o período que a esquerda dominou, houve chance real de fazer-se uma reforma agrária abrangente, consistente, mas o que se viu e se vê é a formação de grupos ideologicamente preparados para invadir propriedades de forma sistemática, como declarado publicamente pelo líder do Movimento dos Sem Terra - MST, Stédile, ao papa argentino, ainda no poder no Estado do Vaticano.
Agora vemos a liberação do jogo pela Internet, sem controle adequado, que resultará numa forma de empobrecimento contínuo, sistemático, que resultará em mais fome e miséria.
Durante anos, na Auditoria Fiscal do Estado da Bahia, dei pareceres contrários às "raspadinhas" por que loterias são um instrumento do Estado para regular a quantidade de moeda disponível para o público. Ou seja, é um instrumento da atividade financeira do estado. (Ver Eliomar Baleeiro). Por isso que houve desestímulo para a manutenção das loterias estaduais e lei federal de âmbito nacional somente autorizava o jogo regulado pela Caixa Econômica Federal. Com a liberação das apostas pela internet, inclusive para crianças, boa parte da renda familiar destinada à alimentação, à educação e à saúde, vai se destinar ao jogo. Além de afetar um valor moral, as apostas afetarão o consumo das famílias, com reflexos na tributação. Então, mesmo que haja forte tributação das apostas e que ela seja devolvida à população, será apenas parte da renda suprimida das famílias. É o estado fomentando o empobrecimento da população.
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