Tortura, nunca mais!

Eu vivi, e fui soldado do Exército, nos tempos duros da deplorável atuação do grupo da "linha dura" das Forças Armadas, que não era a maioria dos oficiais e comandantes das forças armadas. 
Logo após a caçada ao traidor Carlos Lamarca eu e toda uma tropa fomos apaziguar e ajudar pessoas na região de Barreiras, que desde então explodiu em crescimento. Era a mão amiga do Exército. Espero que um dia um cineasta faça a leitura correta de um golpe civil e militar em que foram torturados, ou morreram ou desapareceram (Zé Dirceu, inclusive), apenas algumas centenas de pessoas, numa população de 70 milhões de almas.
A chamada linha dura era fornada por oficiais indignados com a implantação no  território nacional da guerrilha financiada e alimentada pela Rússia e pela ditadura cubana. Nunca a tortura será justificável. A acão firme, dura, contra a guerra de guerrilha, firmada para matar brasileiros com vistas à implantação do comunismo, que matara dezenas de milĥões de pessias por seus próprios irmãos nas ditaduras da Cortina de Ferro, da China e de Cuba, sempre será lembrada como uma ação legítima pelos patriotas, que amam o Brasil livre. 
Está nos cinemas o filme Ainda estou aqui. Se o filme é bom, vou vê-lo. Mas se a narrativa não corresponder aos fatos ainda estarei aqui para denunciar. 
Tortura, porém, nunca mais!

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