A essência de um povo de uma nação

Ao longo dos séculos, em todos os continentes, formaram-se tribos, grupos, gentes de todas as etnias, que se aproximavam solidariamente para formar aldeias, vilas, cidades. Uns se dedicavam às atividades produtivas rurais de coletar, plantar, colher; outros se especializavam em ofícios especiais, ferreiros, carpinteiros, seleiros; outros se aplicavam na caça e na pesca, se aventuravam pelas florestas e pelas águas; outros, por fim se dedicavam às artes, às danças, aos esportes e à defesa da comunidade. Eram em geral governados por conselhos ou por líderes fortes e assim mantinham a sua unidade. E faziam trocas do quanto produziam na agricultura, nos seus ofícios, nas suas indústrias e nas suas artes, 
mercando, comprando e vendendo, criando caminhos e difundindo sua cultura e  conhecimento. Essa era e é a essência de todos os povos, de todas as gentes eslavas, russas, ucranianas, turcas, orientais, europeias, americanas, etc. 
Vez por outra, por razões de sobrevivência econômica ou de outra ordem, guerreavam entre si e depois de algum tempo tudo se reorganizava em novos estados,  impérios até. 
Então apareceu na Europa um beberrão, fedorento, confuso, filho, pai e marido incompetente, com a idéia de dividir as pessoas em classes para as jogar umas contra as outras e, assim, as dividindo, as governar os povos em ditaduras com sustentação militar.
Essa idéia nefasta instalou-se na mente doentia  E até hoje espalham essa ideologia miserável pelo mundo.  

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