Jesus como caminho do centro
Jesus Cristo não fazia acepção de pessoas. Foi o que aprendi na Igreja Batista tradicional.
Agora, com a IA, aprendo que acepção de pessoas é o ato de tratar indivíduos de forma desigual, parcial ou com favoritismo, baseando-se em critérios superficiais como riqueza, classe social, aparência ou poder, em vez de justiça e imparcialidade. Na Bíblia, acacepção é condenada como pecado, sendo o oposto do amor ao próximo e da justiça divina, que julga a todos igualmente.
Realmente, Jesus não tinha um seguidor favorito, embira expressasse maior amor por um deles, a quem entregou a sua mãe, já idosa, para dela cuidar. Acolhia sem discriminar. Convocava quem pudesse servir ao seu ministério. Até a Judas Iscariotes, que o traiu, chamou de amigo. A Pedro, que o traiu 3 vezes, identificou como o tipo de material com que construiria sua igreja: o indivíduo, uma pedra. Sobre esse esse material, cada pedra, construiria o futuro. Jesus acolhia o pobre e o rico. Em várias oportunidades curou, assistiu, aconselhou, sem acolher o comportamento pecaminoso. "Vai e não peques mais."
Embora fosse estrangeiro e não obrigado a pagar imposto, pagou. Cumpriu toda a Lei, antes de concentrá-la em uma únuca regra: o amor, a Deus, a si próprio, ao outro
Não desprezava nem o pobre, nem o rico, embora condenasse o apego às riquezas. Aliás, se não todos, muitos dos grandes personagens da história Bíblia, eram capitalistas. Jó, amado por Deus era riquíssimo. A família de Davi tinha campos, animais. Salomão era o homem mais rico da terra. O melhor amigo de Jesus era um príncipe: Nicodemos. Labão era rico. Jacó era rico. Boaz era agricultor rico. Noé tinha capital para construir uma imensa embarcação.
Jesus defendia o trabalho e numa parábola desautorizou a reclamação trabalhista fora do contratado. Paulo defendia o trabalho. Ao final da carta aos cristãos de Tessalônica, São Paulo, seguidor de Cristo, pregava: quem não trabalhar, não coma!
Muitos distorcem a palavra de Deus por uma ideologia manifestamente contrária à idéia de Deus, contra a religião e que se infiltra para destruir como já fizeram com a igreja católicca romana, cheia de líderes submissos à ideologia comunista anti cristã e até de pedófilos.
Concluo que Jesus não se posicionou à esquerda ou à direita na política humana. Falou com todos, sempre com autoridade. E declarou-se o Caminho para os Céus!
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